Loading...

segunda-feira, 17 de junho de 2013

UFA!
Tanta coisa que quase esqueci de que tinha um blog.
Preciso atualiza-lo.

sábado, 16 de junho de 2012

Depois de perder a mulher que virou uma estátua, na destruição de Sodoma e Gomorra, porque ela desobedeceu ao anjo e olhou para trás, Ló foi morar em uma caverna com as suas duas filhas. Temendo não ter filhos a mais velha deu um porre no pai e fez sexo com ele e engravidou. No outro dia deu outro porre e mandou sua irmã mais nova fizesse o mesmo. É interessante notar que essa história de não ter ninguém da mesma linhagem parece não ter fundamento.  Conta-se que ele não soube que comeu as duas filhas. Sabe-se apenas que ele ejaculou porque conseguiu engravida-las. Se ele gozou não podemos afirmar, porém cada uma deu a luz filhos. É interessante notar que um homem fique tão bêbado, duas noites seguidas e não se dê conta dos fatos. Até porque eram suas duas filhas. Essa marca de cachaça deve ser muito perigosa para os pés inchados de hoje. A mais velha deu a luz a Moabe, que é o pai dos Moabitas e a mais nova, a Bem-Ami que é o pai dos filhos de Amom. Sobre seu avô Ló, a história nada mais conta sobre ele.

domingo, 25 de março de 2012

Um dia Abrão estava sentado na frente da sua tenda quando três homens que vieram dar a notícia de que Sara haveria de conceber e dar a luz um filho e também destruir Sodoma e Gomorra. Só que não falaram para Abrão. Apenas O SENHOR, deu a notícia a ele. Eram anjos que apareceram a Abrão e se foram em direção as duas cidades. Na verdade foram parar na casa de Ló. Entretanto não eram mais três apenas dois. Por certo, na verdade o outro que estava junto com os dois na casa de Abrão, era o SENHOR que tinha subido aos céus e deixado apenas os anjos para destruírem as cidades. A putaria era tão grande que os homens de Sodoma vendo os dois anjos chegar à casa de Ló confundiram com travestis. Nunca tinham visto anjos. Talvez o jeito angelical os tivesse confundido com "viados", "bichas", "travestis". Tanto é que foram até Ló e queriam arrancá-los à força da casa para abusar deles ao ponto de Ló oferecer as suas duas filhas virgens para que eles abusassem delas desde que não tocassem naqueles homens. Mal sabiam eles do poder desses homens. Os anjos feriram todos aqueles de cegueira, moços e velhos e eles se ferraram. Lá pela madrugada os anjos mandaram que Ló e toda a sua família se mandassem dali porque eles iam fazer chover enxofre e fogo e liquidar com as duas cidades. Os anjos agarraram Ló e sua mulher e suas duas filhas e os fizeram correr daquele lugar. Ló e suas duas filhas correram. Sua mulher foi olhar para trás e se transformou numa estátua de sal. Os seus genros, os que iam casar com suas duas filhas se foderam no incêndio. Não sei não, viu! Mas no catecismo, enxofre é coisa do diabo.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

domingo, 15 de janeiro de 2012

Gênesis 13 -  "Saiu, pois, Abrão do Egito para o Neguébe, ele e sua mulher e tudo o que tinha, e Ló com ele. Era Abrão muito rico, possuía gado, prata e ouro". Acontece que tanto Abrão como Ló, tinha rebanhos e pastores. Ambos trabalharam intensamente para adquirir fortuna enquanto estavam no Egito. Os  pastores que trabalhavam uns para Ló, outros para Abrão, começaram a se desentender e findaram por se separar. Abrão foi para um lado com os seus e Ló, também com os seus foi para outro.
Gênesis 16 - Temendo nunca dar um filho a Abrão, Sarai mandou que ele possuísse sua empregada, Agar, uma egípcia. E assim rolou (Gn 16:4). Agar era natural do Egito com sua tradição, seus usos e costumes e foi dada a Sarai como presente do Faraó. É de se estranhar que uma hebréia até então se achando infértil, convencesse seu marido a manter relações sexuais com uma estrangeira. Que linhagem familiar era essa que passava na cabeça de Sarai? Ou era o remorso por ter sido conivente na trama malfadada que o marido inventara? É difícil aceitar que uma mulher hebréia cresse poder se realizar como mãe, adotando o filho de outra mulher com o seu marido. E Abrão desejando um filho apoderava-se voluptuosamente daquela mulher. Tempos depois Agar dava a luz um menino o qual foi chamado de Ismael. Sarai mostra-se enciumada porque Agar estava fazendo uma comida egípcia para Abrão. Discutem. Agar "joga na cara dela" que enquanto Sarai viveu no palácio do Faraó, se deleitou das comidas egípcias e não via nada errado. Além, é claro, de fazer sexo com o Faraó. Era latente em Sarai, o ciúme. Depois que Agar engravidou as brigas entre as duas eram constantes. Talvez pela gravidez, Agar criou "entojo" e vivia "enjoada" como vovó dizia. Abrão por sua vez estava sem saber o que fazer. Sarai foi reclamar para Abrão. Este lhe respondeu que tomasse as medidas que fossem pertinentes que fizesse o que achasse conveniente. Respaldada pelo marido, Sarai xingou Agar, de tudo quanto era nome feio, "esculhambou", escrachou. Disse-lhe tudo o que quis. Agar humilhada, arrasada, agredida, psicologicamente enfraquecida saiu pelo deserto, grávida, errante sem ter para onde ir. Desolada, caída junto a um poço de água, apareceu - lhe um anjo e a convenceu a voltar para junto da sua senhora e aceitar as humilhações. Passado o tempo de gestação, Agar deu a luz um filho e este foi crescendo. Aquela convivência continuava problemática. Agar era obrigada a agüentar aquela situação. O tempo passou e Sarai concebeu e deu a luz um filho: Isaque. Os meninos iam crescendo e Sarai vivia reclamando que o filho de Agar caçoava do seu filho Isaque. Como Sarai era sua esposa há mais tempo, preferiu deixar que esta decidisse o destino de Agar. A situação ficou insustentável e Abrão ajuntou pão e água e mandou Agar embora juntamente com o seu filho. Ela saiu pelo deserto, abandonada. Levava consigo seu filho, Ismael, que já era bastante crescido, um rapaz. O chato disso tudo é que Abrão tinha uma fortuna adquirida enquanto estava no Egito e mandou a mulher embora com uma mão na frente e outra atrás, e um filho ainda menor de idade. Sem profissão, sem trabalho. Foram embora para o deserto de Parã, onde Ismael cresceu.
Gênesis 20 -  Não se sabe como, mas Abrão havia perdido toda a sua fortuna. Depois que saiu do Egito, das terras do Faraó, vagou pela terra, errante, até chegar ao reino de Abimeleque, rei de Gerar. Contou-lhe sua história. Já não era o mesmo. Deus havia mudado o seu nome para Abraão. O nome de Sarai continuou o mesmo. Novamente mentiu a respeito do seu relacionamento com Sarai. Estava pobre, procurando a terra que jorrava leite e mel como Deus lhe prometera. Abimeleque tomou a Sarai e levou-a para os seus aposentos. Só que cansado como estava de um dia de trabalho árduo, dormiu sem desfrutar das carícias de Sarai. Dormiu e sonhou que a mulher era casada. Descontente com a mentira de Abrão, mandou-o embora do seu reino. Dessa vez escapou por pouco do chifre. Abimeleque não era chegado a comer mulher de ninguém. Já era madrugada quando Abimeleque sonhou. Acordou atordoado e imediatamente chamou todos os seus servos para lhes contar sobre o sonho. Aquilo foi um choque. Não esperava que aquele homem tivesse coragem de mentir. Foi um alvoroço no palácio. Abimeleque, puto da vida, acordou todo mundo para contar o sonho. "Filho da puta", "safado", "mentiroso", "corno", "gigolô". Além de outros adjetivos foi isso o que o rei pensou. Ainda assim, Abimeleque deu a Abraão ovelhas, bois, servos e servas, tudo avaliado em mil siclos de prata, segundo palavras do próprio Abimeleque. Porém mandou que eles fossem embora pra bem longe das suas terras.
Depois do desentendimento entre os vaqueiros de Abrão e os de Ló, este foi para a campina do Jordão e ia estendendo tenda até Sodoma.  Ló perdeu tudo o que tinha e foi levado cativo. Abrão sabendo disso juntou trezentos e dezoito homens dos seus, nascidos na sua família, na sua tribo e foi resgatar Ló, sua mulher suas filhas e genros e tudo o que possuía e os trouxe de volta para perto de si. Se bem que era no território de Sodoma. Nessa época Abrão morava um pouco mais adiante de Sodoma e Gomorra. Essas cidades não eram bem vista aos olhos de Deus, porque a devassidão havia tomado conta do povo. A putaria corria solta. Macumbaria, prostituição, vícios, jogos, assaltos, assassinatos, drogas.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Gênesis 11 - Depois do dilúvio a terra voltou a ser povoada novamente. Noé deixou uma grande descendência. Os homens estavam bem evoluídos que não queriam mais viver em cavernas e optaram por construírem prédios. Tais prédios teriam a forma de torre, que diziam eles, chegaria até os céus. Deus vendo lá de cima que o homem chegaria até ele deu um jeito de atrapalhar-lhes a fala, de maneira que um pedreiro pedia um balde de cimento e o "orelha seca" levava prego, madeira, tijolo ou qualquer outra coisa. Parece que está falando "russo"! Com o entendimento embaralhado resolveram parar a construção. O projeto arquitetônico ficou pelo meio do caminho. Não era possível continuar a construção daquele empreendimento. Assim o povo saiu daquele lugar e foram procurar outras áreas de terra, cada grupo falando a língua que os outros entendiam e a terra foi dividida em nações de diferentes idiomas. 
Gênesis 12 - Acreditando em uma promessa de Deus, de que ele lhe daria uma terra que jorrava leite e mel, Abrão separa-se de seu pai e irmãos na terra de Harã em Canaã e ruma em busca do prometido por Deus: uma terra que jorrava leite e mel de suas entranhas. Também levou consigo, sua esposa Sarai e Ló, seu sobrinho e todos os que se acrescentaram a ele e os bens que possuíam quando  em companhia de seu pai e irmãos. Tinha Abrão, setenta e cinco anos de idade e Sarai sua mulher, sessenta e cinco. Encontra no Egito um Faraó, que toma sua mulher por esposa. Apesar de Sarai já ser velha. Qual era o nome do Faraó? O texto bíblico traduzido por João Ferreira de Almeida não diz o nome do Faraó. Sabe-se que Faraó é apenas um título de nobreza, não um nome de pessoa. Errante, à busca da terra prometida por Deus, ao chegar ao Egito combinou com Sarai para mentirem ao Faraó e dizer que não eram marido e mulher. Disseram, portanto serem irmãos. Até certo ponto ele não mentiu muito porque eram meio-irmãos. Não eram legítimos. Sarai era filha apenas do pai de Abrão, Tera. E o Faraó tomou a Sarai para sua mulher.  Assim, Abrão viveu muito tempo no Egito, o que foi suficiente para adquirir, uma grande quantidade de bens: servos, carneiros, ovelhas, camelos, bois, jumentos, e até ouro e prata. Aí é onde entra a outra costela. Serviu para chifre. Serviu para chifre consensual, porque Abrão, deliberadamente, com medo de morrer entregou sua mulher para outro homem. É muita coragem! Sarai vivia servindo de esposa para o Faraó. O texto bíblico traduzido por João Ferreira de Almeida não diz o nome do Faraó. Sabe-se que Faraó é apenas um título de nobreza, não um nome de pessoa.
Há algumas considerações a fazer. Mesmo não sendo irmãos do mesmo pai e da mesma mãe, eram meio-irmãos. Ela era filha do pai dele com outra mulher. Sendo meio irmãos também eram marido e mulher. Que importância tinha Sarai para Abrão? Ele a amava? Seria ele capaz de suportar ver sua mulher vivendo com outro homem a troco de riqueza e poder? E ela, seria capaz de aceitar esse jogo? O amor que os unia era tão ínfimo? É crudelíssimo querer fazer um comparativo com o que passava na cabeça daquele povo, aliás, daquela família temente a Deus, com o que passa na cabeça das famílias de hoje. Entretanto uma coisa é certa: a putaria vem de longe. Corno, gigolô é isso que Abrão foi. Tudo em busca de uma promessa feita por Deus. Certo dia começou a aparecer umas pragas no reino do Faro e ele sonhou que a mulher era casa. Chamou Abrão e Sarai e mandou que eles fossem embora daquele lugar. Eles partiram, porem, ricos. Tinham inclusive ouro e prata. Foram habitar entre Betel e Ai, onde primeiro armara sua tenda.
O DILÚVIO
Gênesis 7 - Como o SENHOR viu que os habitantes da terra aumentaram, a putaria cresceu muito ele se arrependeu mais uma vez. Anunciou que mandaria um dilúvio para inundar toda a terra e matar todos os seres viventes. Tinha um sujeito chamado Noé, de quem Deus se agradou. Era homem correto e leal a Deus, porquanto o restante da população estava perdida. Muita maldade em seus corações.
Então disse Deus a Noé: Resolvi dar cabo de toda carne, porque a terra está cheia da violência dos homens; eis que os farei perecer juntamente com a terra;
Faze uma arca de tábuas de cipreste; nela farás compartimentos e a calafetarás com betume por dentro e por fora;
Deste modo a farás: de trezentos côvados será o comprimento; de cinqüenta a largura; e a altura, de trinta. (Gn. 6:13). Assim fez Noé, de acordo com as orientações. Dos animais imundos colocou um par; dos limpos sete pares dentro da arca. Tomou sua mulher, filhos e mulheres de seus filhos e os fez também entrarem na arca. Se a quantidade de animais existentes hoje, entrou nessa arca, um casal, é possível que essa arca fosse um laboratório. Esses animais eram genes. Guardados em tubos de ensaio. Prontos para depois de certo tempo fecundar. Até porque é muita estupidez, acreditar que num barco tão pequeno coubesse a variedade de bichos existentes no mundo. Não fossem armazenados sob a forma de genes, em condições ambientais favoráveis, também não caberiam numa arca de cento e trinta e três metros de comprimento por vinte e dois metros de largura e treze de altura. Vamos comparar isso a um porta-aviões com capacidade para cinco mil pessoas, máquinas e equipamentos? Parece coisa feita para que as pessoas que irão acreditar sejam obrigadas a acreditar sem questionar, sem contestar, sem comparar. Parece coisa criada para iludir ou se iludir pensando que todos estão iludidos. Depois que cessou o dilúvio, todos saíram da arca e cada um foi para seu lado. Noé e sua família construíram casa e os animais, cada um segundo a sua espécie procurou seu destino.